A JUSTIÇA E O CASO JEFRAN – PUMBA KIBOZO

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A sociedade continua incrédula com o andamento do processo da Jefran na PGR, enquanto Francisco Silva continua “livre e solto” mesmo burlando mais de 3 biliões de dólares a mais de 400 famílias que se candidataram para aquisição de casas, na ânsia de ver o sonho da casa própria realizado.
Francisco Silva e sua corja que já tinha a cabala muito bem montada depois de construir as casas com o dinheiro destas família viria a vender estás mesmas casas para a Caixa de previdência social do MININT em 2016 na gestão de Ângelo de Veigas Tavares, mesmo com provas em papel de burlas, subfacturação, impunidade e tantos outros crimes a Jefran continua impune, qual é o Deus que lhe protege?

Este caso põem mais uma vez em causa a credibilidade da justiça angolana que parece ser selectiva na sua actuação, visto que, as provas documentais sobre a burla do caso Jefran circulam por todo que é canto das redes sociais, mas ainda assim a justiça faz ouvidos de mercador, permitido que Francisco Silva vá se desfazendo do capital tóxico da Jefran, enquanto zomba com os lesados dizendo que é intocável e que neste país ninguém o poderá deter, lamentam as famílias burladas que aguardam por uma resposta da justiça a anos.

Consta da resolução (n.° 38/FP/2016) processo (n.° 99/PV/2016) do Tribunal de Contas, que a Jefran e a Caixa de Previdência social do Ministério do Interior celebram um contrato de construção de mil e duzentos fogos habitacionais do tipo T3 para os efectivos da Ministério do Interior e a empreitada ficou orçada em mais de 15 mil milhões de Kwanzas, denunciando uma autêntica subfacturação.
Será este contrato com o Ministério do Interior que tem garantido a segurança a Francisco Silva tornando-lhe intocável porque estão também envolvidos altas patentes deste ministério? Se assim for é necessário que agora o processo está em tribunal, estes devem procurar ser mais imparciais possível para repor a legalidade e devolver a esperança as famílias lesadas que viram o sonho da casa própria tornar-se pesadelo, de ver este caso resolvido.

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