COMO A METRÓPOLE DESCOLOU EM 50 ANOS E AS COLÓNIAS ESTAGNARAM

Um dia. 8 de Janeiro de 2026. Um acto. Eleições presidenciais. Segunda volta. Dois candidatos. António José Seguro, André Ventura. Um voto. Electrónico. Multiplicativo, de milhões. Em Portugal e diáspora. Sem batota. Sem fraude. Sem reclamação, sobre os actos da CNE. Sem Manico de Angola. Eterno suspeito. Fraudulento… incendiário. Partidocrata…
PORTAL O LADRÃO
Lá o Manuel da Silva é íntegro. Aqui o juiz, vergonhosamente, não honra a magistratura. Prefere deixar, aos filhos, a herança dos “dólares de sangue” e não a honra, os valores e a ética…
A corrupção fala mais alto, para os assassinos dos sonhos de milhões de soberanos eleitores. Em Angola. Em Portugal, antiga metrópole colonial, a eleição decorre como uma festa.
Um compromisso de honra. Uma contabilidade de fé. Na hora. Os candidatos, não fazem figas. Acreditam na lisura do sistema, que não frauda votos. Os mortos não votam. A Polícia e os Militares, não fazem desfiles bélicos de intimidação. Não prendem. Não espancam. Não assassinam os opositores.
Na mesma noite eleitoral, António José Seguro foi consagrado. Ganhou. Democraticamente! André Ventura perdeu. Democraticamente. Cada um, no seu tempo, felicitou o contrário. Ninguém atirou pedras, aos órgãos eleitorais. A lisura é transversal. A confiança, quase total…
A diferença com os processos eleitorais em Moçambique e Angola é abismal. Religiosamente uma distância entre o inferno e o paraíso. Mas, ainda assim, na lógica despesista-satânica, uma numerosa comitiva da comunicação pública angolana foi a Portugal.
Não para cobrir a óbvia lisura do processo eleitoral português, mas para aferir, nas cheias que assolam Portugal a sobrevivência das cabras da Beira Alta e da Beira Baixa, consideradas reserva eleitoral de André Ventura…
Viram o seu potencial e a imprevisibilidade dos resultados em democracia… Depois viram, mas não reportaram que Ventura é português. Escrutinado pelo povo português. Não por outro ou outros, cujo ADN abomina a democracia.
O mais irracional é o ministro da Comunicação Social de um governo que tanto criticou Ventura ter enviado, em tempo de crise, uma numerosa delegação de “jornabujus” à capital da antiga Metrópole, Portugal, não para aprender a reportar, eventos eleitorais com isenção, imparcialidade e transparência, mas gastar dinheiro, em vinho tinto e pastéis de bacalhau…
Um dinheiro que é falho, para carteiras, quadros e merendas, de que carecem, em 2026, mais de nove (9) milhões de crianças fora do sistema de ensino.
A imprensa pública angolana nunca replicará o que os órgãos portugueses reportaram com equidade, na noite eleitoral de 8 de Janeiro de 2026, porque assassinos da verdade e lisura.
Foram numa romaria despesista, representando os negros complexados e assimilados, que se deslumbram com os feitos da democracia lusa, mas não os implantam, no país onde se refastelam com a autocracia de viés ditatorial.
Foram “masturbar-se mentalmente”, porque não podiam, em Lisboa, à última hora, fazer campanha contra André Ventura… Talvez, foram, se calhar, oferecer alguma caixa térmica, refrigeradora de dólares da corrupção.
Talvez. Talvez…
Com o regime angolano, para se manter no poder, tudo é possível, tanto que, neste quesito, até Deus desconfia… da capacidade de subornar e corromper.
Não por amor a Ventura, mas para, que se este chegasse ao poder omitisse as práticas dantescas do regime…
Definitivamente, Ventura é xenófobo? É! É racista? É! Tem viés colonialista? Tem! Mas, no final de toda contabilidade ele é português? É! Logo só compete ao povo português, julgá-lo.
Para já, fê-lo, neste 8 de Janeiro de 2026, através do voto democrático. Mas, pese o seu extremismo de direita, não o apagou, nem o judicializou do mapa político.
Que os negros complexados-assimilados, no poder em Moçambique e Angola, que continuam a colonizar a maioria preta, se interroguem sobre as razões dos avanços democráticos nos 50 anos, em Portugal, e do retrocesso e estagnação, nos nossos países, em África…
No final, tenham higiene intelectual, para tirar as devidas ilações, porque o tempo não retroage. O tempo age. O tempo julga! Não serão julgados como ditadores, mas como traidores…
