CORPO CLÍNICO GARANTE RECUPERAÇÃO ESTÁVEL DAS VÍTIMAS DO ACIDENTE DO ZÉ PIRÃO

O director Clínico do Hospital do Prenda, Manuel Francisco, disse hoje, 18, à imprensa, que os pacientes que deram entrada na referida unidade sanitária na sequência do acidente de viação do “Zé Pirão”, encontram-se neste momento em recuperação estável após a intervenção cirúrgica que tiveram.
PORTAL O LADRÃO
Pelo menos três vítimas do total das 8 vítimas graves, estão a receber tratamento no Hospital do Prenda.
O médico disse que os pacientes são doentes poli traumatizados. Manuel Francisco disse que das três vítimas, tinha uma lesão por esmagamento do pé direito.
“Dos três que ficaram no Hospital do Prenda, o primeiro a cirurgia terminou muito antes das 8 horas, tinha um traumatismo abdominal com lesão do baço, tivemos que retira-lo mas o doente já está estável. Os outros, um deles tinha uma lesão por esmagamento do pé direito, já praticamente com uma amputação traumática, nós só terminamos a amputação. O terceiro é poli traumatizado, com lesão também abdominal”, sublinhou, acrescentando que os doentes deverão ficar na referida unidade sanitária até pelo menos uma semana.
Referir que o acidente de viação ocorreu de madrugada por volta das 3 horas e 20 minutos, quando duas viaturas colidiram, resultando na morte de uma mulher no local, com aproximadamente 30 anos, sendo que os feridos foram levados com urgência a unidades sanitárias próximas.
Testemunhas ouvidas pelo Correio da Kianda, afirmam que cenários do género que “terminou em acidente com mortos e feridos, quase são registados no local, devido a complicações entre automobilistas sobre quem deve ter prioridade no referido perímetro do acidente, principalmente quando não há agentes reguladores de trânsito”.
“Os motoristas aqui quase que se chocam todos os dias, porque, fica complicado, para quem vem, do 1º de Maio sentido São Paulo e vice-versa. Quem vem do Hospital Américo Boa Vida sentido Mutamba e vice-versa. É muita complicação quando não há agente regulador, porque aqui não tem semáforo”, contaram testemunhas.
O trágico acidente levante debate sobre a necessidade de instalação e reparação dos semáforos no casco urbano.
